Parras Wines
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A Herdade Iluminada

No final de 2014, a Parras Wines acrescenta valor ao seu património e adquire propriedade na vila do Redondo, Alentejo.

Numa primeira fase, esta aquisição passa por 180 hectares de terra no denominado Monte da Candeeirinha, sendo que deste total só 70 hectares é que representam vinha para produção. À volta mantêm-se os sobreiros, as azinheiras e as laranjeiras, algumas destas árvores com quase duzentos anos de vida.

Conservar as vinhas velhas foi uma prioridade da equipa de viticultura e entre os 27 hectares encontram-se, entre outras, Rabo de Ovelha, Arinto, Antão Vaz, Roupeiro nas castas brancas e Aragonez, Alfrocheiro, Castelão, Alicante Bouschet e Trincadeira nas castas tintas. Nos 43 hectares restantes possíveis para plantação estão Gouveio, Encruzado, Verdelho e Viosinho nas castas brancas e nas castas tintas Syrah, Petit Verdot, Tinta Miúda, Touriga Franca e Touriga Nacional. A proximidade à Serra d’Ossa confere amplitudes térmicas a estas terras, muito importantes para a diferenciação dos vinhos que aqui nascem, principalmente os brancos, pela sua típica frescura.

Um ano mais tarde, o projeto Parras Wines no Alentejo sentiu necessidade de adquirir mais terra e foi na área circundante à barragem da Vigia que encontrou terreno favorável às necessidades do grupo, ou seja, características favoráveis à produção de castas tintas, mas mais importante ainda que fosse autossustentável em água. Esta área tem 200 hectares em extensão, a base do terreno é o xisto, excelente para a produção de uvas tintas, e até 2019 o objetivo é preencher 150 hectares com vinha, e só castas tintas: Aragonês, Touriga Franca, Alicante Bouschet e Tinto Cão.

A Parras Wines detém assim quase 400 hectares de terra no Alentejo, com possibilidade de plantação de vinha de 230 hectares. A preservação da paisagem natural que está à volta, a envolvente da albufeira da Vigia e a casa em pleno Monte da Candeeirinha fazem parte do projeto que hoje tem uma identidade comum, alicerçada nos candeeiros que estão ao longo de toda a casa central e que dão luz ao projeto a que se chama: Herdade da Candeeira.

 Em 2016, chegam ao mercado os primeiros vinhos desta casa, que já passou por duas vindimas - em 2014 e 2015, denominados Portas da Candeeira, em branco e em tinto. São os primeiros terroir a nascer em terras próprias alentejanas e os gama de entrada daqueles que um dia vão ser os bandeira desta Herdade.

No entanto, é também sob a chancela Candeeira que vão ficar as já conhecidas marcas da Parras - Montaria, Pêra Doce e Casas Brancas.